quinta-feira, 10 de maio de 2018

Desperdício de dinheiro público...

A Câmara Municipal de Salesópolis vem se mostrando um celeiro de nulidades.
Os edis Edney, Monteiro, Serginho, Edilson, Pastor e Imamura tornam visíveis o grande erro cometido nas urnas pelos votantes.

Edney num suicídio lento, envolto numa corda de 150 mil nós, tem seu sono assombrado por pesadelo no qual se vê perdido numa plantação de couves.

O intitulado Pastor se aquietou. Deixou de subir à tribuna para parolar ao Criador. Trocou seu deus pelo Bezerro de Ouro, que lhe ordenou ficar de boca fechada para não engolir mais maracujás de gaveta.

Monteiro assemelha-se a um demagogo diplomado; quer agradar a gregos e troianos. Seu acordo com o prefeito visa ao emprego da filha e, agora, da sua cabo-eleitoral predileta, acomodadas no seu cavalo de pau chamado JARI.

Serginho. Este senhor vindo de Santa Branca vive aos sobressaltos. Evangélico que se diz, ora fervoroso para que o alcaide caia em tentação e lhe arrume um cabide numa secretaria qualquer. Com isso, ele pretende safar-se das inúmeras trapalhadas cometidas quando presidente da Casa.

Nilson, o presidente, apesar de tentar mostrar um comportamento independente devido à sua formação acadêmica, na realidade é controlado por cordéis manipulados por dirigentes do tucanato local.

Quem se salva? Claudinei José de Oliveira. Tal a um Bolsonaro, Nei vem chamar às falas o legislativo salesopolense. Um Mito que faz a diferença e procura dar dignidade ao cargo de vereador e razão à existência de uma câmara municipal.
O resto é o resto...