terça-feira, 6 de março de 2018

O rescaldo...

Depois de ter comemorado a vitória na eleição da mesa, Vanderlão viu ir água abaixo o apoio do Nilson Japonês, e assim ficar marcada a sua mixuruca administração com a abertura de uma CEI para investigar irregularidades graves no seu mandato à toa.

Outro postulado quebrado: ser vereador de mandato novo não significa mudanças para melhor e cumprimento da função (fiscalizador-representante do povo). Ontem, foi nitido ver o único representante do Bragança (e vereador novato) votar contra os princípios legais e contra o povo. Foi esse o mesmo vereador que, segundo comentários, indicou o coordenador do Senar, ao qual fêz muitos elogios...
O saudoso Zé Bragança deve estar se revirando no túmulo ao ver esse Edil "representando" aquela vila.

O "Mineiro do restaurante" é outro novato perdido em suas decisões: basta o prefeito assobiar e estalar os dedos que ele diz amém . Sua fala não condiz com o que vota.

"Pastor" está no lucro, igual cachorro que cai de caminhão de mudança. Pretenso líder espiritual de alguns, além de se enrolar a cada dia, não se posiciona nunca contra os desmandos do Executivo. Deve contentar-se com seu primeiro e último mandato, pois seu rebanho com certeza não o quererá mais como "salvador".

Já os vereadores do partido do prefeito são o que são. Um está no cargo por favor; outro, com duas condenações civis, ainda resta ver concluído seu processo de cassação: ambos estão na corda bamba.

Edney da Sabesp, presidente do PR, após pedir para ir a votacão um requerimento de grande importância (coisa que a Câmara ao longo de décadas nunca fez), mostrou porque não foi aceito nas urnas mesmo estando à frente da campanha e do partido do prefeito. Fala muito em deus, mas no agir pensa apenas no imediatismo, no material.
Cabe lembrar que seu nome e de familiares constam na lista falsificada, e mesmo assim Edney pouco se lixou para a fiscalização.
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A população pode perceber que está refém de interesses outros. Fica fácil notar, também, que com a pouca vergonha repetida a cada sessão, esta Câmara não traduz nenhuma confiança.